segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Não me ganhou

Uma pena, mas o livro não me ganhou...
O final deixou bastante a desejar... foi xôxo... pobre...
A tal da Catherine, pra mim, era mesmo maluca! Dizia coisas sem sentido de uma hora pra outra, parecia querer mudar Henry a todo momento. Acho que ela queria mesmo era transformá-lo no primeiro noivo que ela perdeu morto na guerra.
Henry não me ganhou nem como mocinho, nem como herói. Queria pelo menos algo inusitado no fim, mas o personagem era sem sal mesmo, meio perdido. Começou perdido e terminou perdido.
A única coisa legal do livro foram mesmo as cenas com descrições da guerra, mas pra isso eu poderia ter visto um filme.
Bah! Não gostei! Desculpe, Hemingway, fico ainda com o seu O Velho e o Mar.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Descrições da guerra

Estou começando a achar que o forte desse livro são as descrições sobre a guerra feitas por Hemingway.
É tudo tão real, tão detalhado... Fico imaginando o frio, a lama, os tiros que são ouvidos com naturalidade, o sentimento de alerta constante...
Fora a super descrição de uma retirada, quando a tropa italiana vai deixando a cidade, fugindo de austríacos e alemães. O medo, o andar, andar e andar, a morte repentina de um amigo, a fuga pelo rio gelado.
Estou animada para ler mais sobre a guerra. Esses momento terríveis da história costumam render boas histórias. ESpero que Hemingway tenha uma carta na manga para o fim do livro.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

E depois do feriado...

Quatro dias de feriado e nem cheguei perto do livro. Deixei-o esquecido na minha bolsa.
Hoje voltei pra leitura, pesquisei na net coisas sobre a primeira guerra etc e tal.
Tenho que confessar que a história ainda não me ganhou... talvez eu tenha esperado muito pra ler esse livro. Anos de espera criaram uma super expectativa. Vamos ver!

E hoje também fechei um intercâmbio de livros com um amigo português. Ele me pediu um livro daqui e, em troca, vou ganhar um 'surpresa' de lá. Mia Couto ou Sofia de Melo Breyner, ambos inéditos pra mim. Oba!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Catherine Barkley

Catherine Barkley é uma personagem interessante e que merece ser atenciosamente observada na leitura de Adeus às Armas.
Uma mulher que inicialmente parece maluca, mas que vai levando a história para onde bem entende...
Até o momento, ela está sendo bem sucedida em seu romance com Henry... vamos ver no que vai dar, agora que está grávida e ele volta para o front da Guerra.

E falando em guerra, o livro me deu vontade de rever a história da Primeira Guerra Mundial. Vou fazer isso o quanto antes para entender melhor os rumos da história.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Depois de 12 anos...


Acabei Gabriela e já emendei o segundo livro do ano, pra não perder o pique e nem sofrer de abstinência.
Decidi, finalmente, ler Adeus às Armas, de Ernest Hemingway. Digo finalmente porque este livro foi uma indicação da minha professora de português do colegial, Vera Lúcia. Lembro certinho dela falando sobre ele, escrevendo o nome na lousa, eu anotando no caderno... e, mesmo assim, nunca tinha pegado o livro pra ler, pode?
De Ernest Hemingway só li O Velho e o Mar, em espanhol, pra uma prova do idioma. Coisa engraçada!

O exemplar que estou lendo comprei em um sebo, paguei R$15 e ele é de 1965 (tradução de Monteiro Lobato!).

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Feliz por ter escolhido Jorge

O livro está quase no fim. Amanhã devo terminar.
Tão bom ler Jorge Amado! Que leitura gostosa, que história danada de boa, quantos núcleos diferentes, todos envolvidos, com bons personagens e uma trama que envolve.
Fácil fazer novela assim, né? Lembrei da quantidade de obras dele que foram pra TV como novela, minissérie ou especiais. Queria ter visto a novela Gabriela, mas em 1975, quando a Globo exibiu pela primeira vez, eu não estava nem nos planos dos meus pais, rs.
Vou ficar com saudade de Jorge... talvez leia outro dele ainda este ano... Vou colocar na minha lista!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Alma de Gabriela

Liberdade. Vida simples. Sexo por prazer, sem maldade. Inocência. Sensualidade. Lealdade. Alma de Gabriela.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ora tímidos e cândidos, ora insolentes e provocadores

Assim Jorge Amado descreve o olhar de Gabriela em meio aos retirantes que atravessam o sertão até chegar a Ilhéus, terra que promete trabalho, comida, prosperidade.
Sinto de cara que a personagem tem uma sensualidade muito natural. E natural também é a forma como ela entende a sexualidade, sem neuras, sem castrações religiosas, nem morais.
Após a primeira noite com Clemente, ainda a caminho da cidade, ela já demonstra isso:

"Durante a caminhada ela se comportava como se nada houvesse entre eles, tratava-o da mesma maneira que aos demais. Era de natural risonha e brincalhona, trocava graças até com o negro Fagundes, distribuía sorrisos e obtinha de todos o que quisesse".

E é assim que ela encontrará Nacib em Ilhéus, num capítulo chamado: "De como Nacib contratou uma cozinheira ou Dos complicados Caminhos do amor".

E não é que o sírio nem nota a beleza de Gabriela no primeiro momento? Não vejo a hora de continuar lendo!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Personagens bem construídos

Estou na página 66 de Gabriela Cravo e Canela e posso afirmar que já estou encantanda com a construção de personagens feita pelo baiano Jorge Amado.
São tipos tão brasileiros, tão bem descritos, com imagens que ficam tão claras na mente que já imagino o jeitão bonachão do sírio Nacib, as futricas das irmãs Dos Rios, o olhar mandão e austero do coronel Ramiro Bastos... Todos eles agora já estão construídos para mim.
Só falta chegar Gabriela, que até agora não apareceu. Mas uma coisa chamou minha atenção no texto de abertura do livro: Gabriela é mulata! Tinha em mente aquela imagem de Sônia Braga, moreninha... Vou desconstruir já essa imagem Rede Globo pra fazer nascer a verdadeira Gabriela. Estou ansiosa por ela!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Gabriela Cravo e Canela


Apesar de já conhecer parte da história, nunca li este livro. Então, ele será o primeiro do ano.
No sebo Praia dos Livros, em SP, encontrei muita coisa legal. Também adorei o clima do lugar, grande, arejado, com livros por todos os cantos... além de dois gatinhos fofos que andam por lá, rs.

Gabriela Cravo e Canela, de Jorge Amado (livro usado, em ótimo estado) R$15

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O primeiro livro do ano

Depois de passar os olhos pelos livros na estante de casa (que está cheia de exemplares aguardando a sua vez de serem lidos), decidi que o primeiro livro desse ano deve ser algo especial e que represente todo o meu amor pela leitura.
Depois de pensar dois minutos cheguei a Jorge Amado. E não consegui pensar em ninguém melhor do que ele pra me acompanhar na primeira viagem de 2011.
Jorge Amado foi o primeiro grande escritor que li (pelo menos o primeiro que trago na lembrança). Capitães da Areia me fez viajar pra Bahia com 14 anos. Foi apaixonante!
Então, decidido está!
Hoje após o trabalho, passarei no sebo perto da minha casa para procurar algo de Jorge Amado. Certeza que estarei bem acompanhada nos próximos dias.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Data pra começar e pra acabar

Isto não é um blog. Não tenho esse objetivo. Quero apenas escrever sobre os livros que vou ler em 2011. Sempre fui apaixonada por livros e quero ter aqui um espaço para conversar sobre o que eles despertam em mim.
Espero ler mais do que li em 2010 e espero não desistir desse espaço.
Vamos lá!