Estou na página 66 de Gabriela Cravo e Canela e posso afirmar que já estou encantanda com a construção de personagens feita pelo baiano Jorge Amado.
São tipos tão brasileiros, tão bem descritos, com imagens que ficam tão claras na mente que já imagino o jeitão bonachão do sírio Nacib, as futricas das irmãs Dos Rios, o olhar mandão e austero do coronel Ramiro Bastos... Todos eles agora já estão construídos para mim.
Só falta chegar Gabriela, que até agora não apareceu. Mas uma coisa chamou minha atenção no texto de abertura do livro: Gabriela é mulata! Tinha em mente aquela imagem de Sônia Braga, moreninha... Vou desconstruir já essa imagem Rede Globo pra fazer nascer a verdadeira Gabriela. Estou ansiosa por ela!
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