Aproveitando a tranquilidade do final do ano, terminei de ler Ágape e Gatos Sortudos. E já embalei em dois outros livros.
O primeiro deles é a biografia do Tim Maia, escrita pelo Nelson Motta. Já tem um boooom tempo que paquero este livro. Estou curtindo bastante, pois tirando as músicas pouco conheço sobre a vida do Tim Maia. Só sabia que ele era meio malucão, rs.
O segundo é um livro que comprei em Roma, da Editora Vaticana. Versão em espanhol que fala sobre a vida do apóstolo Pedro e sua importância nos Evangelhos. O nome do livro: Pedro el Apóstol que negó a Jesus pero que lo amó más que lo demás, de Francesco Gioia. Treinando o espanhol e curtindo bastante a leitura.
Será que vou acabar algum deles antes do fim do ano? Não sei, mas já vou preparar uma listinha para 2012!
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Dois livros ao mesmo tempo
Já tem um tempo que terminei de ler A Mulher de 30 Anos. Gostei. Na verdade o final me deixou um pouco deprimida, mas a história é boa. No começo vocë acha que o Balzac é uma Jane Austen de botas, mas logo dá pra perceber bem as diferenças: não, a mocinha não vai ter um final feliz, e por aí vai.
De qualquer forma, novembro foi um mês lento de leitura, muitas coisas novas acontecendo e pouco tempo pros livros. Acabei ficando com as leituras mais rápidas, como a Bravo! que estava meses parada aqui em casa.
Mas... dezembro é um novo mês e para compensar estou lendo dois livros ao mesmo tempo. Vamos a eles!
O livro Ágape, do padre Marcelo Rossi, estava na minha cabeceira desde maio. Ganhei da minha tia Goreti e fiquei enrolando muito pra ler... estava parado no capítulo 3. Retomei a leitura e já estou quase no fim. São reflexões do Evangelho de São João, estou gostando bastante. Gosto quando o padre nos dá exemplos de pessoas dos dias de hoje que têm atitudes segundo o Evangelho. Muito bacana mesmo!
E o segundo livro que está sendo lido chama-se Gatos Sortudos, de Juliana Bussab e Susan Yamamoto. Elas são fundadoras da ONG Adote um Gatinho e contam histórias de gatos resgatados das ruas de SP. Estou amando ao cubo e já chorei em três de cinco histórias, rs.
Será que estes serão os últimos livros de 2011? Veremos!
De qualquer forma, novembro foi um mês lento de leitura, muitas coisas novas acontecendo e pouco tempo pros livros. Acabei ficando com as leituras mais rápidas, como a Bravo! que estava meses parada aqui em casa.
Mas... dezembro é um novo mês e para compensar estou lendo dois livros ao mesmo tempo. Vamos a eles!
O livro Ágape, do padre Marcelo Rossi, estava na minha cabeceira desde maio. Ganhei da minha tia Goreti e fiquei enrolando muito pra ler... estava parado no capítulo 3. Retomei a leitura e já estou quase no fim. São reflexões do Evangelho de São João, estou gostando bastante. Gosto quando o padre nos dá exemplos de pessoas dos dias de hoje que têm atitudes segundo o Evangelho. Muito bacana mesmo!
E o segundo livro que está sendo lido chama-se Gatos Sortudos, de Juliana Bussab e Susan Yamamoto. Elas são fundadoras da ONG Adote um Gatinho e contam histórias de gatos resgatados das ruas de SP. Estou amando ao cubo e já chorei em três de cinco histórias, rs.
Será que estes serão os últimos livros de 2011? Veremos!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Balzaquiana
Já tinha um tempo que queria ler esse livro, só pela curiosidade de saber o que tanto Balzac falou sobre a mulher de 30 anos. Ele estava na prateleira aqui de casa e eu passei vários livros na frente. Dessa vez resolvi encarar a história das balzaquianas, rs.
Pelo que li até o momento, muuuuita água já passou embaixo das pontes do mundo e as mulheres são bem diferentes. Mas... não é que ainda carregamos coisas de mulher do século retrasado? rs
Depois que tiver lido mais volto pra comentar, ainda estou no começo da leitura.
Pelo que li até o momento, muuuuita água já passou embaixo das pontes do mundo e as mulheres são bem diferentes. Mas... não é que ainda carregamos coisas de mulher do século retrasado? rs
Depois que tiver lido mais volto pra comentar, ainda estou no começo da leitura.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Rindo logo pela manhã
E depois de Macabea, agora estou conhecendo um pouco da vida do Prata, o Mario Prata.
O livro de crônicas Minhas Tudo estava na estante aqui de casa. Meu marido ganhou em 2001 e eu nunca tinha lido. Não estou me arrependendo de ter momentaneamente esquecido a minha lista, rs.
Estou rindo muito das histórias. As pessoas no ônibus logo de manhã ficam olhando pra minha cara. É engraçado.
Só pra vocês terem ideias, transcrevo alguns trechinhos:
"Acho que no inferno a programação de televisão só tem propaganda política. Já pensou, surgir a cada 10 munitos o Enéas com a barba toda chamuscada, gritando "meu nome é Enéas!!!"?" (crônica Purgatório)
"Se você fez a conta, tenho aqui diante de mim 144 opções para o dedo indicador. 144! Considerando que a minha televisão tem 66 canais, se eu quiser testar as 144 teclas em cada um deles, teremos 9.504 opções de laser, digo, lazer. 9.504!" (crônica Controle Remote)
Outras crônicas engraçadas são Criado-Mudo, Confissão e Missa. As emotivas são Separação, Poltrona e Natal.
Estou curtindo!
O livro de crônicas Minhas Tudo estava na estante aqui de casa. Meu marido ganhou em 2001 e eu nunca tinha lido. Não estou me arrependendo de ter momentaneamente esquecido a minha lista, rs.
Estou rindo muito das histórias. As pessoas no ônibus logo de manhã ficam olhando pra minha cara. É engraçado.
Só pra vocês terem ideias, transcrevo alguns trechinhos:
"Acho que no inferno a programação de televisão só tem propaganda política. Já pensou, surgir a cada 10 munitos o Enéas com a barba toda chamuscada, gritando "meu nome é Enéas!!!"?" (crônica Purgatório)
"Se você fez a conta, tenho aqui diante de mim 144 opções para o dedo indicador. 144! Considerando que a minha televisão tem 66 canais, se eu quiser testar as 144 teclas em cada um deles, teremos 9.504 opções de laser, digo, lazer. 9.504!" (crônica Controle Remote)
Outras crônicas engraçadas são Criado-Mudo, Confissão e Missa. As emotivas são Separação, Poltrona e Natal.
Estou curtindo!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Rápido e gostoso. Obrigada, Clarice!
Querida, foi ótimo ter dado o primeiro passo para a leitura de A Hora da Estrela. Achei que ia ser um bicho de 7 cabeças, mas depois de ler a sua biografia acredito que posso dizer que conheço você melhor. E admiro muito você!
Sei que estes são apenas os primeiros passos: contos, biografia, novela... já estou com um romance na agulha para ser lido em breve.
Adorei conhecer Macabea por meio da sua descrição sutil e ao mesmo tempo tão perfeita. Posso vê-la em minha frente, se fechar os olhos. Sofri por ela, por você...
Um abraço caloroso!
sua leitora, Karina
Sei que estes são apenas os primeiros passos: contos, biografia, novela... já estou com um romance na agulha para ser lido em breve.
Adorei conhecer Macabea por meio da sua descrição sutil e ao mesmo tempo tão perfeita. Posso vê-la em minha frente, se fechar os olhos. Sofri por ela, por você...
Um abraço caloroso!
sua leitora, Karina
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Hora de voltar
Depois de um período em férias e viajando, voltei ao trabalho a mil por hora. A leitura de revistas ficou atrasada, por isso só nesta semana parei em frente à estante para escolher o livro da vez.
Quem vai me acompanhar nos próximos dias será a querida Clarice. Depois de conhecer melhor a história dessa mulher incrível, decidi que era tempo de perder o medo de seus romances.
Então, voilà! A hora da estrela, de Clarice Lispector.
O livro é bem fininho, estou lendo uma edição da Rocco. Leio com o lápis na mão, grifando frase fantásticas que me fazem parar uns minutos pra refletir. E como é bom ler um livro depois de conhecer melhor quem o escreveu! Faz uma grande diferença!
Vou contando conforme for lendo o livro e retomando esse espaço que é o Meu Clube de Leitura.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Roma
Outro livro que estou lendo no momento é Gui Turismo 10+ Roma. O Guia parece ser bem legal, é fácil de entender, gostei das divisões... é empretado de uma amiga que comprou em um sebo.
Roma tem muitas opções de passeio e acho que poderia viver lá que não daria conta de conhecer tudo, rs.
Então, estou selecionando o top do top e vou deixar um tempo separado pra viver uns dias de tranquilidade :D
Roma tem muitas opções de passeio e acho que poderia viver lá que não daria conta de conhecer tudo, rs.
Então, estou selecionando o top do top e vou deixar um tempo separado pra viver uns dias de tranquilidade :D
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Itália!
Pausa nas leituras. Em contagem regressiva para as férias, estou tentando aprender o básico do italiano com um livrinho que comprei pela internet: 15 minutos de italiano (Editora Publifolha).
Grazie e adio! rs
Grazie e adio! rs
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Presente de aniversário
O pessoal do meu trabalho acompanha meu vício em livros. E hoje, por causa do meu aniversário, ganhei um vale-presente para usar na Saraiva. Ebaaaaa!!!!!
É claro que saí do trabalho e já passei no shopping. Tinha até feito uma listinha, mas quando topei com os livros da Clarice... num deu, né? rs
Comprei:
A Hora da Estrela, Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, Clarice Lispector
Meu livro de Cordel, Cora Coralina
Estarei bem acompanhada por duas brasileiras fantásticas, cada uma a seu estilo!
É claro que saí do trabalho e já passei no shopping. Tinha até feito uma listinha, mas quando topei com os livros da Clarice... num deu, né? rs
Comprei:
A Hora da Estrela, Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, Clarice Lispector
Meu livro de Cordel, Cora Coralina
Estarei bem acompanhada por duas brasileiras fantásticas, cada uma a seu estilo!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Órfã
Hoje acabei de ler Clarice,
Estou órfã.
Realmente adorei o livro. Acredito que foi a melhor biografia que já li. E já li muitas.
Agora vou tirar uns dias de relax e reler uns contos de Clarice. Certeza que lerei com outro olhar.
Estou órfã.
Realmente adorei o livro. Acredito que foi a melhor biografia que já li. E já li muitas.
Agora vou tirar uns dias de relax e reler uns contos de Clarice. Certeza que lerei com outro olhar.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Clarice,
Não era medo dela. Era medo de mim mesma. De nunca conseguir ler e entender direito o que ela queria dizer. Foi por isso que não escolhi Água Viva na lista de livros que o professor passou no primeiro ano da faculdade. Fique com Dorian Gray.
Fui escapuilindo dela, me esquivando, olhando de canto de olho, assobiando. E quando pensei em encarar, fiquei com os contos que pensei seriam mais tranquilos. Nada. A mulher destroi até nas narrativas curtas, rs.
Confesso que dos 22 contos do livro, na época, boiei em uns 3. Boiei mesmo, rs.
E desde então, comecei e paquerar a biografia Clarice, (sendo que a vírgula aí faz parte do título), escrita pelo norte-americano Benjamin Moser. Mas o livro era tão caro que resolvi esperar o lançamento passar até que ele ficasse mais em conta. Que nada! Anos se passam e os bons livros não baixam de preço como os best-sellers!
Pesquisei sebos. Nada de muito significativo.
Pesquisei bibliotecas. Todos emprestados.
Decidi comprar e... grata surpresa! Minha querida am iga Livia me contou que a editora lançaria uma versão pocket, com texto original, em breve. Preço amigo, tamanho ideal pra ler no ônibus. Eba!
E cá estou eu, lendo e amando Clarice,
Sei que em boa parte de sua vida, nem mesmo ela se entendeu. Considerada até hoje uma escritora misteriosa, sigo eu aos poucos entendendo mais a sua obra e os seus porquês.
Fui escapuilindo dela, me esquivando, olhando de canto de olho, assobiando. E quando pensei em encarar, fiquei com os contos que pensei seriam mais tranquilos. Nada. A mulher destroi até nas narrativas curtas, rs.
Confesso que dos 22 contos do livro, na época, boiei em uns 3. Boiei mesmo, rs.
E desde então, comecei e paquerar a biografia Clarice, (sendo que a vírgula aí faz parte do título), escrita pelo norte-americano Benjamin Moser. Mas o livro era tão caro que resolvi esperar o lançamento passar até que ele ficasse mais em conta. Que nada! Anos se passam e os bons livros não baixam de preço como os best-sellers!
Pesquisei sebos. Nada de muito significativo.
Pesquisei bibliotecas. Todos emprestados.
Decidi comprar e... grata surpresa! Minha querida am iga Livia me contou que a editora lançaria uma versão pocket, com texto original, em breve. Preço amigo, tamanho ideal pra ler no ônibus. Eba!
E cá estou eu, lendo e amando Clarice,
Sei que em boa parte de sua vida, nem mesmo ela se entendeu. Considerada até hoje uma escritora misteriosa, sigo eu aos poucos entendendo mais a sua obra e os seus porquês.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Amor
Carta a D. é um livro fininho, bem rápido de ler. Apesar de ter trechos bem filosóficos que podem ficar obscuros se você estiver lendo sem atenção equilibrando-se em um ônibus lotado, ele tem uma mensagem bem direta e simples: nunca é tarde para reconhecer o amor.
André e Dorine ficaram 58 anos juntos e só após a doença dela ele percebeu, de verdade, como seria difícil viver sem ela. No livro ele explica que nunca se orgulhou desse sentimento que é o amor. Talvez por ser um estudioso, filósofo, engajado, etc e tal, achasse esse sentimento algo pequeno burguês, meio cafona ou até mesmo fora de moda. Pra ele, estar junto era suficiente, compartilhar ideias era o primordial. Ele só não percebeu que no meio do caminho apaixonou-se perdidamente por aquela mulher que sempre esteve ao seu lado. E que bom que ele caiu em si a tempo e deixou-se tomar pelo amor que sentia por ela. Por causa disso, escreveu a brilhante Carta a D. que hoje me deixou feliz e triste ao mesmo tempo.
Eu tenho um D. na minha vida e sei que sinto um amor gigante por ele. Espero demonstrar esse amor todos os dias e espero também que possamos viver juntos e plenamente felizes como A. e D. viveram. Até que a morte nos separe. Amém!
André e Dorine ficaram 58 anos juntos e só após a doença dela ele percebeu, de verdade, como seria difícil viver sem ela. No livro ele explica que nunca se orgulhou desse sentimento que é o amor. Talvez por ser um estudioso, filósofo, engajado, etc e tal, achasse esse sentimento algo pequeno burguês, meio cafona ou até mesmo fora de moda. Pra ele, estar junto era suficiente, compartilhar ideias era o primordial. Ele só não percebeu que no meio do caminho apaixonou-se perdidamente por aquela mulher que sempre esteve ao seu lado. E que bom que ele caiu em si a tempo e deixou-se tomar pelo amor que sentia por ela. Por causa disso, escreveu a brilhante Carta a D. que hoje me deixou feliz e triste ao mesmo tempo.
Eu tenho um D. na minha vida e sei que sinto um amor gigante por ele. Espero demonstrar esse amor todos os dias e espero também que possamos viver juntos e plenamente felizes como A. e D. viveram. Até que a morte nos separe. Amém!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Melhor declaração ever!
Você está para fazer oitenta e dois anos. Encolheu seis centímetros, não pesa mais do que quarenta e cinco quilos e continua bela, graciosa e desejável. Já faz cinqüenta e oito anos que vivemos juntos, e eu amo você mais do que nunca. De novo, carrego no fundo do meu peito um vazio devorador que somente o calor do seu corpo contra o meu é capaz de preencher.
Trecho de Carta a D., de André para Dorine.
Trecho de Carta a D., de André para Dorine.
sábado, 21 de maio de 2011
Corrida à biblioteca
Tarde de sábado. Friozinho em casa. Marido no videogame e eu pensando: que livro devo ler agora?
Olhei minha listinha de nomes aqui ao lado e parei em Carta a D., de André Gorz. Lembrei da matéria escrita pela minha amiga Julliane. Acessei o blog das bibliotecas de SP. Pesquisei e achei vários dele, em várias unidades. Inclusive na que fica pertinho da minha casa. Olhei no relógio. Falta meia hora pra biblioteca fechar. Convoquei o marido. Procuramos minha carteirinha na bagunça do escritório. O cartãozinho amarelo apareceu depois de uns 10 minutos do meio de vários xeroz que estavam em cima do escaner. Peguei um casaco e saímos os dois de carro. Após um pouco de trânsito e mudanças no trajeto feitas pela prefeitura, cheguei ansiosa na bilbioteca. Ainda tive que jogar um charme para que a bibliotecária aceitasse emprestar o livro 5 minutos antes de fechar tudo e ir pra casa. Ela foi boazinha e aqui estou eu, em casa, com a Carta a D.
De cara já gostei do formato, que lembra mesmo uma carta. A foto do casal na aba interna da parte da frente dá um pouco o tom de romance. A presentação de Ecléa Bosi na aba ao final do livro me faz lembrar o desfecho da história, que já conhecia da matéria da minha amiga Ju.
Certeza que esse livro vai me fazer chorar. E amar!
Olhei minha listinha de nomes aqui ao lado e parei em Carta a D., de André Gorz. Lembrei da matéria escrita pela minha amiga Julliane. Acessei o blog das bibliotecas de SP. Pesquisei e achei vários dele, em várias unidades. Inclusive na que fica pertinho da minha casa. Olhei no relógio. Falta meia hora pra biblioteca fechar. Convoquei o marido. Procuramos minha carteirinha na bagunça do escritório. O cartãozinho amarelo apareceu depois de uns 10 minutos do meio de vários xeroz que estavam em cima do escaner. Peguei um casaco e saímos os dois de carro. Após um pouco de trânsito e mudanças no trajeto feitas pela prefeitura, cheguei ansiosa na bilbioteca. Ainda tive que jogar um charme para que a bibliotecária aceitasse emprestar o livro 5 minutos antes de fechar tudo e ir pra casa. Ela foi boazinha e aqui estou eu, em casa, com a Carta a D.
De cara já gostei do formato, que lembra mesmo uma carta. A foto do casal na aba interna da parte da frente dá um pouco o tom de romance. A presentação de Ecléa Bosi na aba ao final do livro me faz lembrar o desfecho da história, que já conhecia da matéria da minha amiga Ju.
Certeza que esse livro vai me fazer chorar. E amar!
5 dias e sou mais feliz
Só precisei de 5 dias pra ler A História de Eva, de Eva Schloss. Foram as idas e vindas ao trabalho, um pouco na hora do almoço, a noite de sexta e a manhã do sábado. E depois de cerca de 200 páginas, sou uma pessoa mais feliz.
Não, isso nada tem a ver com alívio por não ter vivido os sofrimentos de Eva durante a guerra e nos campo de concentração, tem a ver com coragem, fé nas pessoas e amor.
Sinto uma felicidade por ter lido a história dessa mulher, que hoje tem a idade da minha avó e dividiu sua história de terror com o mundo para honrar aqueles que não conseguiram, como ela, sobreviver. Que quis mostrar ao mundo algo que não deveria nunca mais acontecer. Algo que nunca deveria ter ocorrido com ninguém!
Pesquisei um pouco sobre Eva na internet e descobri que ela faz palestras em escolas. Meu Deus, esta é uma mulher sábia! Que, se não as crianças, irão impedir que isso volte a acontcecer? Vi uma foto de Eva no Brasil com crianças do CEU Paraisópolis, em São Paulo. E amei Eva por isso.
Obrigada, querida, por ter escrito esse livro. Obrigada por ter vindo ao Brasil e por andar o mundo dividindo aquilo que tenho certeza gostaria de nunca mais lembrar.
Mulheres como Eva merecem nosso aplauso!
Não, isso nada tem a ver com alívio por não ter vivido os sofrimentos de Eva durante a guerra e nos campo de concentração, tem a ver com coragem, fé nas pessoas e amor.
Sinto uma felicidade por ter lido a história dessa mulher, que hoje tem a idade da minha avó e dividiu sua história de terror com o mundo para honrar aqueles que não conseguiram, como ela, sobreviver. Que quis mostrar ao mundo algo que não deveria nunca mais acontecer. Algo que nunca deveria ter ocorrido com ninguém!
Pesquisei um pouco sobre Eva na internet e descobri que ela faz palestras em escolas. Meu Deus, esta é uma mulher sábia! Que, se não as crianças, irão impedir que isso volte a acontcecer? Vi uma foto de Eva no Brasil com crianças do CEU Paraisópolis, em São Paulo. E amei Eva por isso.
Obrigada, querida, por ter escrito esse livro. Obrigada por ter vindo ao Brasil e por andar o mundo dividindo aquilo que tenho certeza gostaria de nunca mais lembrar.
Mulheres como Eva merecem nosso aplauso!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Medos
Bem que minha amiga me disse que "em uma sentada" eu leria Raul Taburin, do Sempé.
Ele é um livro considerado infanto/juvenil, mas fala sobre um tema que persegue adultos (como Raul) por uma vida toda.
Os desenhos são fantásticos, nem é preciso dizer. Dá pra perder um bom tempo só olhando pros detalhes. Mas gostei mesmo foi a história porque me vi um pouco dentro dela.
Algumas vezes um medo persegue a gente, de uma forma que você não consegue explicar. É algo tão irracional, tão ridículo, que você não consegue confessar nem a si mesmo e vai levando a vida fingindo que não está vendo o que está bem embaixo do seu nariz.
Você só vai enxergar mesmo quando isso trouxer algum problema maior para sua vida.
Sabe, acho até que em algum tempo vou ler esse livro outra vez...
No momento, já estou lendo A História de Eva, de Eva Schloss. Tudo para ser uma ótima leitura! Vamos lá!
Ele é um livro considerado infanto/juvenil, mas fala sobre um tema que persegue adultos (como Raul) por uma vida toda.
Os desenhos são fantásticos, nem é preciso dizer. Dá pra perder um bom tempo só olhando pros detalhes. Mas gostei mesmo foi a história porque me vi um pouco dentro dela.
Algumas vezes um medo persegue a gente, de uma forma que você não consegue explicar. É algo tão irracional, tão ridículo, que você não consegue confessar nem a si mesmo e vai levando a vida fingindo que não está vendo o que está bem embaixo do seu nariz.
Você só vai enxergar mesmo quando isso trouxer algum problema maior para sua vida.
Sabe, acho até que em algum tempo vou ler esse livro outra vez...
No momento, já estou lendo A História de Eva, de Eva Schloss. Tudo para ser uma ótima leitura! Vamos lá!
sábado, 14 de maio de 2011
Ah, Veneza... mais vontade ainda de estar aí!
Precisei de 5 dias pra ler a história sobre os mil dias que Marlena de Blasi viveu em Veneza.
Minha prima Tamires me emprestou o livro e meu objetivo era prestar bastante atenção nas descrições que a autora faria dos locais em Veneza e das dicas que poderia anotar para a minha viagem de férias. O resultado foi que estou ainda mais ansiosa pra conhecer esta princesa que é Veneza!
O livro é bem sussa, um romance, uma história de amor comum, mas que por isso mesmo tem tanto de especial.
A leitura é rápida e fácil! Gostei bastante e comprei um para dar de presente para uma amiga que também acho que vai gostar.
Agora vou ler Raul Taburin, do Sempé, mesmo autor de Pequeno Nicolau, que eu amoooo! Tenho que agradecer minha querida amiga Lívia que me ajudou a comprá-lo com um bom desconto ;)
Certeza que será outra leitura rápida e... emocionante!
Amo ler!
Minha prima Tamires me emprestou o livro e meu objetivo era prestar bastante atenção nas descrições que a autora faria dos locais em Veneza e das dicas que poderia anotar para a minha viagem de férias. O resultado foi que estou ainda mais ansiosa pra conhecer esta princesa que é Veneza!
O livro é bem sussa, um romance, uma história de amor comum, mas que por isso mesmo tem tanto de especial.
A leitura é rápida e fácil! Gostei bastante e comprei um para dar de presente para uma amiga que também acho que vai gostar.
Agora vou ler Raul Taburin, do Sempé, mesmo autor de Pequeno Nicolau, que eu amoooo! Tenho que agradecer minha querida amiga Lívia que me ajudou a comprá-lo com um bom desconto ;)
Certeza que será outra leitura rápida e... emocionante!
Amo ler!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Recorde do ano!
Demorei 5 dias pra ler Leite Derramado. Isso porque eu só leio no meu horário de almoço e nas idas e vindas ao trabalho, rs.
O livro é bom demais! Adorei mesmo!
Fique super curiosa, interessada, encantada com os personagens... e a cada nova informação mais eu me focava para descobrir um pouco mais sobre esta história contada pelas memórias de um homem de 100 anos!
Cantei a bola da nova Capitu. Mas acho que nesta história Chico vai além da dúvida "traiu ou não traiu". O fato é que quem conta um conto aumenta um ponto e quando esse alguém tem mais de uma centena de anos e ainda está no hospital... meu Deus! Que voltas a nossa memória não pode dar?
Sabe aquela história que diz que quando uma pessoa passa por um trauma ela apaga algumas coisas da memória e reconstrói as lembranças de uma forma melhor pra ela? Ou menos dolorida? Acho que é por aí...
Outro ponto a destacar é a o tal Leite Derramado do título. Depois de viver 100 anos, dá tempo de chorar o leite derramado? Será que em algum momento há tempo de voltar atrás? Reviver? Refazer?
Ah, Chico... amo você!!!!!
E pra continuar a toada, já estou lendo o best-seller Mil Dias em Veneza, da norte-americana Marlena de Blasi. Por que eu escolhi bem esse depois de me maravilhar com o Chico? Pra entrar no clima italiano, levando em conta que em agosto estarei em terras dos meus ancestrais!
O livro é bom demais! Adorei mesmo!
Fique super curiosa, interessada, encantada com os personagens... e a cada nova informação mais eu me focava para descobrir um pouco mais sobre esta história contada pelas memórias de um homem de 100 anos!
Cantei a bola da nova Capitu. Mas acho que nesta história Chico vai além da dúvida "traiu ou não traiu". O fato é que quem conta um conto aumenta um ponto e quando esse alguém tem mais de uma centena de anos e ainda está no hospital... meu Deus! Que voltas a nossa memória não pode dar?
Sabe aquela história que diz que quando uma pessoa passa por um trauma ela apaga algumas coisas da memória e reconstrói as lembranças de uma forma melhor pra ela? Ou menos dolorida? Acho que é por aí...
Outro ponto a destacar é a o tal Leite Derramado do título. Depois de viver 100 anos, dá tempo de chorar o leite derramado? Será que em algum momento há tempo de voltar atrás? Reviver? Refazer?
Ah, Chico... amo você!!!!!
E pra continuar a toada, já estou lendo o best-seller Mil Dias em Veneza, da norte-americana Marlena de Blasi. Por que eu escolhi bem esse depois de me maravilhar com o Chico? Pra entrar no clima italiano, levando em conta que em agosto estarei em terras dos meus ancestrais!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Fisgada no primeiro capítulo
Ah, Chico, só você pra me pegar de jeito assim... e olha que você nem está cantando, rs.
O primeiro capítulo de Leite Derramado já me fez ter vontade de ler o livro todo. Já li 50 das 250 páginas e estou adorando o modo de escrever, essa forma diferente de ver as coisas do personagem principal Eulálio. Não vou escrever detalhes pra não estragar a leitura de ninguém, mas posso dizer que o livro está beeeem legal!
E será Mathilde uma nova Capitu? Veremos!
O primeiro capítulo de Leite Derramado já me fez ter vontade de ler o livro todo. Já li 50 das 250 páginas e estou adorando o modo de escrever, essa forma diferente de ver as coisas do personagem principal Eulálio. Não vou escrever detalhes pra não estragar a leitura de ninguém, mas posso dizer que o livro está beeeem legal!
E será Mathilde uma nova Capitu? Veremos!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Mês lento...
Pensando nas minhas leituras, esse foi um mês mais lento.
Fiquei irritada com muitas coisas no trabalho e não tinha cabeça pra ler, também rolou um super feriado Tiradentes-Páscoa e não levei o livro pra viagem. Além disso, a biografia do Drummond não é um romance básico. Tem muito mais ali.
Nesse ponto, gostei bastante. A biografia foi escrita de um modo mais poético e muitas vezes tive que reler aquele trecho que tentei entender no ônibus cheio às 7 da manhã. Nada difícil, eu apenas queria aproveitar a delicadeza das palavras.
E não é que Drummond me surpreendeu? Já conhecia um pouco de sua obra, mas quase nada de sua vida como filho, marido, pai, amante, jornalista, comunista, ex-comunista etc etc.
Agora, depois desse mergulho em poesia, vou ler Leite Derramado, do Chico. E na fila já está A Mulher de 30 Anos, de Balzac (que comprei por impulso no aeroporto a 16 reais). Além disso, vou colocar na fila Guerra e Paz, de Tolstoi. Espero que maio seja um mês mais produtivo na leitura e aqui.
Fiquei irritada com muitas coisas no trabalho e não tinha cabeça pra ler, também rolou um super feriado Tiradentes-Páscoa e não levei o livro pra viagem. Além disso, a biografia do Drummond não é um romance básico. Tem muito mais ali.
Nesse ponto, gostei bastante. A biografia foi escrita de um modo mais poético e muitas vezes tive que reler aquele trecho que tentei entender no ônibus cheio às 7 da manhã. Nada difícil, eu apenas queria aproveitar a delicadeza das palavras.
E não é que Drummond me surpreendeu? Já conhecia um pouco de sua obra, mas quase nada de sua vida como filho, marido, pai, amante, jornalista, comunista, ex-comunista etc etc.
Agora, depois desse mergulho em poesia, vou ler Leite Derramado, do Chico. E na fila já está A Mulher de 30 Anos, de Balzac (que comprei por impulso no aeroporto a 16 reais). Além disso, vou colocar na fila Guerra e Paz, de Tolstoi. Espero que maio seja um mês mais produtivo na leitura e aqui.
domingo, 3 de abril de 2011
Biografia
Amo biografias. Já li muitas. Fiquei apaixonada por pessoas que não conhecia bem, aprendi a admirar pessoas atrás de artistas, desgostei de algumas figuras famosinhas desse mundão... enfim, esse é um tipo de leitura que gosto de ter pela frente.
Por isso, fui até o sebo e comprei Os sapatos de Orfeu, de José Maria Cançado (assim mesmo, com ç). O livro foi indicado durante uma aula da pós em jornalismo cultural e guardei o nome. Anos se passaram e, finalmente, vou ler a biografia do poeta Carlos Drummond de Andrade.
Espero gostar ainda mais desse sensacional escritor após este livro. Vou contando minhas impressões!
Por isso, fui até o sebo e comprei Os sapatos de Orfeu, de José Maria Cançado (assim mesmo, com ç). O livro foi indicado durante uma aula da pós em jornalismo cultural e guardei o nome. Anos se passaram e, finalmente, vou ler a biografia do poeta Carlos Drummond de Andrade.
Espero gostar ainda mais desse sensacional escritor após este livro. Vou contando minhas impressões!
Poesia e fantasia
Algumas pessoas já tinham me dito que os livros do Mia Couto eram muito bons. Mas, com tanta leitura na fila, acabava deixando sempre pra depois. O que me fez lê-lo agora foi dessas felizes coincidências da vida: um amigo português querendo um livro que eu poderia comprar no Brasil e retribuindo com uma agradável supresa.
Um Rio chamado Tempo, Uma Casa chamada me Terra é um romace repleto de poesia e fantasia. Durante a leitura, pensei muito no García Márquez (que está entre os meus 5 +) e em 100 Anos de Solidão.
Mariano, o neto, volta a sua aldeia para acompanhar o funeral do avô Mariano. Com mistérios desde os primeiros parágrafos, Mia Couto foi me levando a conhecer um pouco de Moçambique e sentir o quão africano nós brasileiros podemos ser.
As situações inverossímeis são abundantes na narrativa, mas o gostinho de cultura popular misturada a poesia onde tudo é possível e acreditar só faz bem à alma fazem do livro uma fonte deliciosa de lazer e conhecimento.
Realmente, gostei muito de ter lido Mia Couto e quero voltar a lê-lo em breve. De verdade? Acredito que se os demais livros deles forem ttão bons quanto este, Gabo pode ter nova companhia entre os meus 5+.
Um Rio chamado Tempo, Uma Casa chamada me Terra é um romace repleto de poesia e fantasia. Durante a leitura, pensei muito no García Márquez (que está entre os meus 5 +) e em 100 Anos de Solidão.
Mariano, o neto, volta a sua aldeia para acompanhar o funeral do avô Mariano. Com mistérios desde os primeiros parágrafos, Mia Couto foi me levando a conhecer um pouco de Moçambique e sentir o quão africano nós brasileiros podemos ser.
As situações inverossímeis são abundantes na narrativa, mas o gostinho de cultura popular misturada a poesia onde tudo é possível e acreditar só faz bem à alma fazem do livro uma fonte deliciosa de lazer e conhecimento.
Realmente, gostei muito de ter lido Mia Couto e quero voltar a lê-lo em breve. De verdade? Acredito que se os demais livros deles forem ttão bons quanto este, Gabo pode ter nova companhia entre os meus 5+.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Tanta correria... e eu mal escrevi...
Nossa, as últimas semanas foram muito alucinantes e eu não consegui postar nada sobre o livro do Mia Couto. Acabei de lê-lo hoje e espero em breve escrever aqui minhas impressões (ótimas, por sinal!). Mas hoje não dá, preciso de uma noite de sono beeem caprichada.
E também vou pensar sobre qual será o próximo da lista. Queria que fosse uma biografia... vamos ver!
E também vou pensar sobre qual será o próximo da lista. Queria que fosse uma biografia... vamos ver!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Desejo, desejo, desejo!!!!
Sabe quando dá aquela vontade loooouca de comprar um livro? Foi o que aconteceu comigo lendo a Revista Bravo! de fevereiro.
Na verdade, fiquei com vontade de comprar TRÊS livros!!!!!
O caminho para a liberdade, de Arthur Schinitzer - R$44,92 na Livraria da Travessa
O amante de Lady Chatterley, de D.H. Lawrence - R$22,41 nas Lojas Americanas (ou versão de bolso por R$8,54!!!)
Raul Taburin, de Jean-Jacques Sempé (ilustrador francês do Pequeno Nicolau) - R$30,51 no Walmart
Esses foram os melhores preços que contrei na internet. Estou me segurando aqui, porque tenho uma fiiiiila de livros pra ler. Será que aguento? rs
Enquanto isso, sigo com Mia Couto, aos poucos por causa do ritmo de trabalho alucinado que só me faz querer dormir nas horas vagas.
Na verdade, fiquei com vontade de comprar TRÊS livros!!!!!
O caminho para a liberdade, de Arthur Schinitzer - R$44,92 na Livraria da Travessa
O amante de Lady Chatterley, de D.H. Lawrence - R$22,41 nas Lojas Americanas (ou versão de bolso por R$8,54!!!)
Raul Taburin, de Jean-Jacques Sempé (ilustrador francês do Pequeno Nicolau) - R$30,51 no Walmart
Esses foram os melhores preços que contrei na internet. Estou me segurando aqui, porque tenho uma fiiiiila de livros pra ler. Será que aguento? rs
Enquanto isso, sigo com Mia Couto, aos poucos por causa do ritmo de trabalho alucinado que só me faz querer dormir nas horas vagas.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Pronta pro novo livro
É... o livro do André Vianco deixou a desejar. Até que o enredo era legal, mas os clichês me fizeram achar tudo meio bobo no final. Tem um capítulo no final do livro, com uma conversa entre militares num rádio (avião-torre de comando), chato pra caramba! Li de insistente que fui.
Bem, não acertei dessa vez!
Que o próximo livro seja um bálsamo pra esse engano. Por isso vou de Mia Couto, o meu primeiro... Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra.
Agradecimento especial ao amigo português José Guedes, que me mandou a edição que vou ler. Devo começar nos próximos dias, só esperar a poeira do carnaval passar.
Bem, não acertei dessa vez!
Que o próximo livro seja um bálsamo pra esse engano. Por isso vou de Mia Couto, o meu primeiro... Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra.
Agradecimento especial ao amigo português José Guedes, que me mandou a edição que vou ler. Devo começar nos próximos dias, só esperar a poeira do carnaval passar.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Descobri o que me incomoda!
Descobri o que está me incomodando no livro: os diálogos. Eles, definitivamente, não são o forte do escritor. Muitos lugares comum, gírias usadas a todo momento, repetições das mesmas ideias, tentiva de explicar o que a narrativa acabou de deixar claro...
De qualque forma, a história é boa e continuo lendo. O forte do André Vianco são mesmo as descrições, narrativa de confrontos etc e tal.
Vamos ver se o fim será bom, já estou quase lá!
De qualque forma, a história é boa e continuo lendo. O forte do André Vianco são mesmo as descrições, narrativa de confrontos etc e tal.
Vamos ver se o fim será bom, já estou quase lá!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Crítica ao editor
Os livros do André Vianco são sucesso de vendas. Gosto de poder ler um livro, de escritor brasileiro, com vampiros, anjos, demônios, terror, suspense. Acho que este é um super filão de mercado. Mas... tenho uma crítica ao editor. Acho que muitas vezes ele falhou neste livro que estou lendo O Senhor da Chuva.
Por diversas vezes, enquanto lia, percebi que a informação estava clara e o autor insistia em explicar. Sério que me senti tratada como parva. Poxa, não dá pra pensar que o seu leitor é um zero à esquerda, né? Acho que era função do editor dar um toque sobre essa necessidade do autor de deixar tudo tão explicado.
Não consigo lembrar de um exemplo pra escrever agora, mas foram várias as vezes que senti isso no livro. Da próxima, vou anotar pra escrever aqui.
No geral, sigo lendo pra ver se a história vai compensar. Espero que sim...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Adorei o jeito de escrever
Hoje de manhã terminei de ler o livro A terra e o céu de Jacques Dorme.
Ele não teve aquele final feliz gostoso dos romances de Jane Austen, nem aquele tempero das histórias de Jorge Amado, mas foi escrito de uma maneira tão sincera, tão real, com coração, que me deixou um feliz sentimento de história boa. Aquela história real, com pitadinhas de romance, mas que não tem fim de novela, sabe?
Gostei muito mesmo! Foi uma surpresa muito boa, pois eu nem tinha ouvido falar do autor quando ganhei o livro de uma amiga. O livro é fino, rápido, fácil e bom de ler!
Amanhã começo a ler O Senhor da Chuva, do André Vianco (livro emprestado de um amigo). Do mesmo autor já li Os Sete, sobre vampiros e afins. Vamos ver qual é a desse agora, rs
Ele não teve aquele final feliz gostoso dos romances de Jane Austen, nem aquele tempero das histórias de Jorge Amado, mas foi escrito de uma maneira tão sincera, tão real, com coração, que me deixou um feliz sentimento de história boa. Aquela história real, com pitadinhas de romance, mas que não tem fim de novela, sabe?
Gostei muito mesmo! Foi uma surpresa muito boa, pois eu nem tinha ouvido falar do autor quando ganhei o livro de uma amiga. O livro é fino, rápido, fácil e bom de ler!
Amanhã começo a ler O Senhor da Chuva, do André Vianco (livro emprestado de um amigo). Do mesmo autor já li Os Sete, sobre vampiros e afins. Vamos ver qual é a desse agora, rs
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Alexandra
Alexandra é uma personagem misteriosa. Uma mulher corajosa, movida pelo amor. Vejo-a com um grande coração, muita força. Mas que triste fico por ela... Merecia mais felicidade, menos tragédias, mais carinho, menos tristeza.
Imagino que não deve ter sido fácil perder o marido, viver num país tão diferente do seu, sozinha, encontrar e perder um grande amor num curto espaço de tempo, apoiar um órfão numa situação de pós-guerra na URSS comunista.
Gostaria muito que ela tivesse um final feliz nessa história, mas como o livro mistura ficção e realidade, dando grande peso para a triste realidade de uma guerra, já não vejo isso como uma forte possibilidade.
Faltam 30 páginas e não vejo a hora de ler o final!
Imagino que não deve ter sido fácil perder o marido, viver num país tão diferente do seu, sozinha, encontrar e perder um grande amor num curto espaço de tempo, apoiar um órfão numa situação de pós-guerra na URSS comunista.
Gostaria muito que ela tivesse um final feliz nessa história, mas como o livro mistura ficção e realidade, dando grande peso para a triste realidade de uma guerra, já não vejo isso como uma forte possibilidade.
Faltam 30 páginas e não vejo a hora de ler o final!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
A terra e o céu de Jacques Dorme
Nunca tinha ouvido falar nesse livro. Não conhecia o autor. Russo? Dostoiévski? Não, Andreï Makine.
Pesquisei um pouco sobre ele na net: "Nasceu na União Soviética, em 1958, e emigrou para a França em 1987. Seu romance de estréia, Testamento francês (Martins Fontes, 1998), foi um best-seller internacional e vendeu mais de 2 milhões de exemplares em todo o mundo. Atualmente, Makine divide seu tempo entre Paris e o sul da França." (do site da Companhia das Letras).
E que grata surpresa! Estou adorando a história! Não é aquela ânsia desesperada para saber o final, mas a delícia de cada página, um capítulo diferente do outro, nada de ordem cronológica, mas também nada de inovações chatas e complicadas. Simplesmente um texto contado aos poucos, em partes, sem detalhes desnecessários e com o narrador conversando com o leitor em muitos momentos (até lembra Machado, mas sem aquela ironia, apenas sinceridade).
Bem, a história mistura muitos personagens. Até agora o principal é o narrador, que quando menino viveu em um orfanato na antiga URSS. Mas ainda estou aguardando mais detalhes sobre Jacques Dorme, que está no título e em um dos primeiros capítulos. Até o momento, temos uma pequena biografia do narrador, um pouco de história da URSS, situações um tanto dramáticas... Mas acredito que também teremos romance, emoção e lágrimas.
Bem, pelo menos é isso que eu espero!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Fim
Pois é, acabei Persuasão antes do fim do prazo da biblioteca! rs
Tão gostoso e fácil de ler, foi sem eu nem perceber...
Sobre a história, nada de especial, mas um romance bom de ler. Com amor, distância, frio na barriga, rivais, pretendentes sem caráter... e toda aquela pompa da Inglaterra naquela época, onde ser barão era tudo e ser marinheiro rico era como ser alpinista social hoje em dia, rs.
Tenho que deixar aqui um beijinho pra minha amiga Lívia, que me emprestou o primeiro livro de Jane Austen que li, Razão e Sensibilidade. Ainda quero ler os outros para depois rever o filme O Clube de Leitura de Jane Austen e entender melhor todas as comparações feitas ;)
Próximo livro? Não foi escolhido. Ganhei de surpresa hoje, da minha amiga Livia (outra Livia, rs): A Terra e o Céu de Jacques Dorme, do escritor russo Andreï Makine.
Tão gostoso e fácil de ler, foi sem eu nem perceber...
Sobre a história, nada de especial, mas um romance bom de ler. Com amor, distância, frio na barriga, rivais, pretendentes sem caráter... e toda aquela pompa da Inglaterra naquela época, onde ser barão era tudo e ser marinheiro rico era como ser alpinista social hoje em dia, rs.
Tenho que deixar aqui um beijinho pra minha amiga Lívia, que me emprestou o primeiro livro de Jane Austen que li, Razão e Sensibilidade. Ainda quero ler os outros para depois rever o filme O Clube de Leitura de Jane Austen e entender melhor todas as comparações feitas ;)
Próximo livro? Não foi escolhido. Ganhei de surpresa hoje, da minha amiga Livia (outra Livia, rs): A Terra e o Céu de Jacques Dorme, do escritor russo Andreï Makine.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Metade
Dois dias e já estou na metade de Persuasão.
Tá certo que ele não é enorme, mas é tão fácil e gostoso ler Jane Austen, a história é tão gostosinha, num clima bom... ai, ai... leria 5 livros dela em uma semana! rs
A personagem principal, Ana Elliot, tem muito das heroínas dos outros livros de Jane que li. Um problema de amor, uma vida entre livros, passeios no campo, conversas sem fim, muito tempo pra pensar... Sabe, tirando o problema de amor, queria que minha vida fosse assim. Quer dizer, queria ter um pouco da paz que essas personagens inglesas do século retrasado tinham! Meu Deus, como sobrava tempo!!!
As meninas que morrem lendo a Saga Crepúsculo deviam tentar Jane Austen.Acho que iam gostar do clima romântico e estariam lendo algo infinitamente melhor!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Biblioteca Pública, quanta saudade!
Ontem acabei Adeus às Armas e hoje já acordei pensando no próximo livro a ser lido. Dei uma olhada na estante e não encontrei nada que me empolgasse no momento, apesar de lá estarem vários livros que ainda precisam ser lidos.
Fui ao trabalho sem nada pra ler no ônibus. Olhando a paisagem e pensando...
Pensei em pedir um livro emprestado a alguém. Ou passar no sebo novamente. Mas aí me veio a ideia de procurar uma biblioteca pública. Recentemente li notícias sobre a reinauguração da Biblioteca Mario de Andrade, no centro de SP.
No site da Prefeitura, acessei as bibliotecas da cidade e fiquei feliz e saudosa. Quanto tempo não entro em uma biblioteca! Bem eu que até pensei em fazer Biblioteconomia, de tanto que gostava de ficar em bibliotecas!
Lá fui eu, procurar uma biblioteca perto de casa! E não é que achei?
A Biblioteca Municipal Viriato Corrêa fica na Avenida Sena Madureira e me impressionou com o acervo. Tudo que procurei, encontrei. Oba! Depois do trabalho, parada obrigatória, carteirinha na mão, atendentes simpáticas, lugar tranquilo e... livro escolhido!
Vou ler Persuasão, de Jane Austen. Tenho 15 dias pra isso, ou renovar o empréstimo!
O livro é do jeito que eu gosto: pequeno, capa dura, folhas amareladas. rs
Ficou com vontade de ir à biblioteca? Acesse o site e veja quais livros estão disponíveis: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/
Fui ao trabalho sem nada pra ler no ônibus. Olhando a paisagem e pensando...
Pensei em pedir um livro emprestado a alguém. Ou passar no sebo novamente. Mas aí me veio a ideia de procurar uma biblioteca pública. Recentemente li notícias sobre a reinauguração da Biblioteca Mario de Andrade, no centro de SP.
No site da Prefeitura, acessei as bibliotecas da cidade e fiquei feliz e saudosa. Quanto tempo não entro em uma biblioteca! Bem eu que até pensei em fazer Biblioteconomia, de tanto que gostava de ficar em bibliotecas!
Lá fui eu, procurar uma biblioteca perto de casa! E não é que achei?
A Biblioteca Municipal Viriato Corrêa fica na Avenida Sena Madureira e me impressionou com o acervo. Tudo que procurei, encontrei. Oba! Depois do trabalho, parada obrigatória, carteirinha na mão, atendentes simpáticas, lugar tranquilo e... livro escolhido!
Vou ler Persuasão, de Jane Austen. Tenho 15 dias pra isso, ou renovar o empréstimo!
O livro é do jeito que eu gosto: pequeno, capa dura, folhas amareladas. rs
Ficou com vontade de ir à biblioteca? Acesse o site e veja quais livros estão disponíveis: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Não me ganhou
Uma pena, mas o livro não me ganhou...
O final deixou bastante a desejar... foi xôxo... pobre...
A tal da Catherine, pra mim, era mesmo maluca! Dizia coisas sem sentido de uma hora pra outra, parecia querer mudar Henry a todo momento. Acho que ela queria mesmo era transformá-lo no primeiro noivo que ela perdeu morto na guerra.
Henry não me ganhou nem como mocinho, nem como herói. Queria pelo menos algo inusitado no fim, mas o personagem era sem sal mesmo, meio perdido. Começou perdido e terminou perdido.
A única coisa legal do livro foram mesmo as cenas com descrições da guerra, mas pra isso eu poderia ter visto um filme.
Bah! Não gostei! Desculpe, Hemingway, fico ainda com o seu O Velho e o Mar.
O final deixou bastante a desejar... foi xôxo... pobre...
A tal da Catherine, pra mim, era mesmo maluca! Dizia coisas sem sentido de uma hora pra outra, parecia querer mudar Henry a todo momento. Acho que ela queria mesmo era transformá-lo no primeiro noivo que ela perdeu morto na guerra.
Henry não me ganhou nem como mocinho, nem como herói. Queria pelo menos algo inusitado no fim, mas o personagem era sem sal mesmo, meio perdido. Começou perdido e terminou perdido.
A única coisa legal do livro foram mesmo as cenas com descrições da guerra, mas pra isso eu poderia ter visto um filme.
Bah! Não gostei! Desculpe, Hemingway, fico ainda com o seu O Velho e o Mar.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Descrições da guerra
Estou começando a achar que o forte desse livro são as descrições sobre a guerra feitas por Hemingway.
É tudo tão real, tão detalhado... Fico imaginando o frio, a lama, os tiros que são ouvidos com naturalidade, o sentimento de alerta constante...
Fora a super descrição de uma retirada, quando a tropa italiana vai deixando a cidade, fugindo de austríacos e alemães. O medo, o andar, andar e andar, a morte repentina de um amigo, a fuga pelo rio gelado.
Estou animada para ler mais sobre a guerra. Esses momento terríveis da história costumam render boas histórias. ESpero que Hemingway tenha uma carta na manga para o fim do livro.
É tudo tão real, tão detalhado... Fico imaginando o frio, a lama, os tiros que são ouvidos com naturalidade, o sentimento de alerta constante...
Fora a super descrição de uma retirada, quando a tropa italiana vai deixando a cidade, fugindo de austríacos e alemães. O medo, o andar, andar e andar, a morte repentina de um amigo, a fuga pelo rio gelado.
Estou animada para ler mais sobre a guerra. Esses momento terríveis da história costumam render boas histórias. ESpero que Hemingway tenha uma carta na manga para o fim do livro.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
E depois do feriado...
Quatro dias de feriado e nem cheguei perto do livro. Deixei-o esquecido na minha bolsa.
Hoje voltei pra leitura, pesquisei na net coisas sobre a primeira guerra etc e tal.
Tenho que confessar que a história ainda não me ganhou... talvez eu tenha esperado muito pra ler esse livro. Anos de espera criaram uma super expectativa. Vamos ver!
E hoje também fechei um intercâmbio de livros com um amigo português. Ele me pediu um livro daqui e, em troca, vou ganhar um 'surpresa' de lá. Mia Couto ou Sofia de Melo Breyner, ambos inéditos pra mim. Oba!
Hoje voltei pra leitura, pesquisei na net coisas sobre a primeira guerra etc e tal.
Tenho que confessar que a história ainda não me ganhou... talvez eu tenha esperado muito pra ler esse livro. Anos de espera criaram uma super expectativa. Vamos ver!
E hoje também fechei um intercâmbio de livros com um amigo português. Ele me pediu um livro daqui e, em troca, vou ganhar um 'surpresa' de lá. Mia Couto ou Sofia de Melo Breyner, ambos inéditos pra mim. Oba!
sábado, 22 de janeiro de 2011
Catherine Barkley
Catherine Barkley é uma personagem interessante e que merece ser atenciosamente observada na leitura de Adeus às Armas.
Uma mulher que inicialmente parece maluca, mas que vai levando a história para onde bem entende...
Até o momento, ela está sendo bem sucedida em seu romance com Henry... vamos ver no que vai dar, agora que está grávida e ele volta para o front da Guerra.
E falando em guerra, o livro me deu vontade de rever a história da Primeira Guerra Mundial. Vou fazer isso o quanto antes para entender melhor os rumos da história.
Uma mulher que inicialmente parece maluca, mas que vai levando a história para onde bem entende...
Até o momento, ela está sendo bem sucedida em seu romance com Henry... vamos ver no que vai dar, agora que está grávida e ele volta para o front da Guerra.
E falando em guerra, o livro me deu vontade de rever a história da Primeira Guerra Mundial. Vou fazer isso o quanto antes para entender melhor os rumos da história.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Depois de 12 anos...
Acabei Gabriela e já emendei o segundo livro do ano, pra não perder o pique e nem sofrer de abstinência.
Decidi, finalmente, ler Adeus às Armas, de Ernest Hemingway. Digo finalmente porque este livro foi uma indicação da minha professora de português do colegial, Vera Lúcia. Lembro certinho dela falando sobre ele, escrevendo o nome na lousa, eu anotando no caderno... e, mesmo assim, nunca tinha pegado o livro pra ler, pode?
De Ernest Hemingway só li O Velho e o Mar, em espanhol, pra uma prova do idioma. Coisa engraçada!
O exemplar que estou lendo comprei em um sebo, paguei R$15 e ele é de 1965 (tradução de Monteiro Lobato!).
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Feliz por ter escolhido Jorge
O livro está quase no fim. Amanhã devo terminar.
Tão bom ler Jorge Amado! Que leitura gostosa, que história danada de boa, quantos núcleos diferentes, todos envolvidos, com bons personagens e uma trama que envolve.
Fácil fazer novela assim, né? Lembrei da quantidade de obras dele que foram pra TV como novela, minissérie ou especiais. Queria ter visto a novela Gabriela, mas em 1975, quando a Globo exibiu pela primeira vez, eu não estava nem nos planos dos meus pais, rs.
Vou ficar com saudade de Jorge... talvez leia outro dele ainda este ano... Vou colocar na minha lista!
Tão bom ler Jorge Amado! Que leitura gostosa, que história danada de boa, quantos núcleos diferentes, todos envolvidos, com bons personagens e uma trama que envolve.
Fácil fazer novela assim, né? Lembrei da quantidade de obras dele que foram pra TV como novela, minissérie ou especiais. Queria ter visto a novela Gabriela, mas em 1975, quando a Globo exibiu pela primeira vez, eu não estava nem nos planos dos meus pais, rs.
Vou ficar com saudade de Jorge... talvez leia outro dele ainda este ano... Vou colocar na minha lista!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Alma de Gabriela
Liberdade. Vida simples. Sexo por prazer, sem maldade. Inocência. Sensualidade. Lealdade. Alma de Gabriela.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Ora tímidos e cândidos, ora insolentes e provocadores
Assim Jorge Amado descreve o olhar de Gabriela em meio aos retirantes que atravessam o sertão até chegar a Ilhéus, terra que promete trabalho, comida, prosperidade.
Sinto de cara que a personagem tem uma sensualidade muito natural. E natural também é a forma como ela entende a sexualidade, sem neuras, sem castrações religiosas, nem morais.
Após a primeira noite com Clemente, ainda a caminho da cidade, ela já demonstra isso:
"Durante a caminhada ela se comportava como se nada houvesse entre eles, tratava-o da mesma maneira que aos demais. Era de natural risonha e brincalhona, trocava graças até com o negro Fagundes, distribuía sorrisos e obtinha de todos o que quisesse".
E é assim que ela encontrará Nacib em Ilhéus, num capítulo chamado: "De como Nacib contratou uma cozinheira ou Dos complicados Caminhos do amor".
E não é que o sírio nem nota a beleza de Gabriela no primeiro momento? Não vejo a hora de continuar lendo!
Sinto de cara que a personagem tem uma sensualidade muito natural. E natural também é a forma como ela entende a sexualidade, sem neuras, sem castrações religiosas, nem morais.
Após a primeira noite com Clemente, ainda a caminho da cidade, ela já demonstra isso:
"Durante a caminhada ela se comportava como se nada houvesse entre eles, tratava-o da mesma maneira que aos demais. Era de natural risonha e brincalhona, trocava graças até com o negro Fagundes, distribuía sorrisos e obtinha de todos o que quisesse".
E é assim que ela encontrará Nacib em Ilhéus, num capítulo chamado: "De como Nacib contratou uma cozinheira ou Dos complicados Caminhos do amor".
E não é que o sírio nem nota a beleza de Gabriela no primeiro momento? Não vejo a hora de continuar lendo!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Personagens bem construídos
Estou na página 66 de Gabriela Cravo e Canela e posso afirmar que já estou encantanda com a construção de personagens feita pelo baiano Jorge Amado.
São tipos tão brasileiros, tão bem descritos, com imagens que ficam tão claras na mente que já imagino o jeitão bonachão do sírio Nacib, as futricas das irmãs Dos Rios, o olhar mandão e austero do coronel Ramiro Bastos... Todos eles agora já estão construídos para mim.
Só falta chegar Gabriela, que até agora não apareceu. Mas uma coisa chamou minha atenção no texto de abertura do livro: Gabriela é mulata! Tinha em mente aquela imagem de Sônia Braga, moreninha... Vou desconstruir já essa imagem Rede Globo pra fazer nascer a verdadeira Gabriela. Estou ansiosa por ela!
São tipos tão brasileiros, tão bem descritos, com imagens que ficam tão claras na mente que já imagino o jeitão bonachão do sírio Nacib, as futricas das irmãs Dos Rios, o olhar mandão e austero do coronel Ramiro Bastos... Todos eles agora já estão construídos para mim.
Só falta chegar Gabriela, que até agora não apareceu. Mas uma coisa chamou minha atenção no texto de abertura do livro: Gabriela é mulata! Tinha em mente aquela imagem de Sônia Braga, moreninha... Vou desconstruir já essa imagem Rede Globo pra fazer nascer a verdadeira Gabriela. Estou ansiosa por ela!
sábado, 8 de janeiro de 2011
Gabriela Cravo e Canela
Apesar de já conhecer parte da história, nunca li este livro. Então, ele será o primeiro do ano.
No sebo Praia dos Livros, em SP, encontrei muita coisa legal. Também adorei o clima do lugar, grande, arejado, com livros por todos os cantos... além de dois gatinhos fofos que andam por lá, rs.
Gabriela Cravo e Canela, de Jorge Amado (livro usado, em ótimo estado) R$15
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O primeiro livro do ano
Depois de passar os olhos pelos livros na estante de casa (que está cheia de exemplares aguardando a sua vez de serem lidos), decidi que o primeiro livro desse ano deve ser algo especial e que represente todo o meu amor pela leitura.
Depois de pensar dois minutos cheguei a Jorge Amado. E não consegui pensar em ninguém melhor do que ele pra me acompanhar na primeira viagem de 2011.
Jorge Amado foi o primeiro grande escritor que li (pelo menos o primeiro que trago na lembrança). Capitães da Areia me fez viajar pra Bahia com 14 anos. Foi apaixonante!
Então, decidido está!
Hoje após o trabalho, passarei no sebo perto da minha casa para procurar algo de Jorge Amado. Certeza que estarei bem acompanhada nos próximos dias.
Depois de pensar dois minutos cheguei a Jorge Amado. E não consegui pensar em ninguém melhor do que ele pra me acompanhar na primeira viagem de 2011.
Jorge Amado foi o primeiro grande escritor que li (pelo menos o primeiro que trago na lembrança). Capitães da Areia me fez viajar pra Bahia com 14 anos. Foi apaixonante!
Então, decidido está!
Hoje após o trabalho, passarei no sebo perto da minha casa para procurar algo de Jorge Amado. Certeza que estarei bem acompanhada nos próximos dias.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Data pra começar e pra acabar
Isto não é um blog. Não tenho esse objetivo. Quero apenas escrever sobre os livros que vou ler em 2011. Sempre fui apaixonada por livros e quero ter aqui um espaço para conversar sobre o que eles despertam em mim.
Espero ler mais do que li em 2010 e espero não desistir desse espaço.
Vamos lá!
Espero ler mais do que li em 2010 e espero não desistir desse espaço.
Vamos lá!
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